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07.10.19

Minimalismo

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Hoje começo a fazer o desafio da Cláudia Ganhão, dos 7 dias minimalistas de Outubro. Todos os meses a Cláudia escolhe alguns embaixadores para a ajudarem a promover esta excelente iniciativa. E foi com todo o gosto que a aceitei, porque só vem demonstrar o quão fácil é ser minimalista. Porquê promover estes pequenos passos? Porque são coisas no nosso dia-a-dia que por vezes não temos noção de que o fazemos, ou não o fazemos, e em que algumas coisas faz toda a diferença.

Este mês os 7 dias passam por, cancelar subscrições de publicidade que acabamos por nem ver no nosso email, por dizer coisas pelas quais estamos gratos, dizer a alguém o quanto é importante para nós, ver o email só quando chegar ao trabalho, eliminar 5 objetivos da sua vida, fazer alguma coisa de que gostamos, e passarmos 24h offline.

E agora perguntam, mas o que é que isso tem a ver com o minimalismo? O minimalismo é não ter quase nada e deitar tudo fora!

Se calhar é melhor explicar o que é o minimalismo. E porque é que comecei a trabalhar para me tornar minimalista.

Com base na minha experiência posso deferir o minimalismo como, o caminho para identificar o que é essencial para a nossa vida, deixando de parte tudo o que não nos deixa feliz e concentrando-nos no tempo que dedicamos ao que realmente nos preenche. Sei que pode ser confuso. A primeira vez que me deparei com este tema, foi quando estava numa de arrumar a casa e tinha acabado de sair o livro da Marie Kondo, "Arrume a sua casa arrume a sua vida" (2015). Para quem já leu o livro, assim por alto é sobre deitar tudo fora, mas quem o leu com atenção vê, que a intenção não é deitar fora, mas sim GUARDAR o que nos dá alegria, e o que vimos a confirmar é que na realidade são poucas as coisas que conseguem fazer isso. A partir desse dia, passei a ter um armário minimalista (ou armário cápsula), em que basicamente passei a ter pouca roupa, mas que era realmente a roupa que vestia, não aquele casaco que usei três vezes na vida e que estava pendurado a apanhar pó, ou aquela camisola que estava guardada no fundo da gaveta, quem nem via a luz do dia, e eu simplesmente não a deitava fora.

O minimalismo é isto. É rodear-mo-nos daquilo que realmente gostamos e precisamos e usamos. E quando fazemos isso vemos que não precisamos de muito para sermos felizes. Por isso ser minimalista não é ter pouco, é ter muito. Muito amor, muito mais tempo, muitas mais coisas que realmente gostamos, muito mais tempo para fazer o que gostamos, e para estarmos com quem amamos.

E qual é a vossa opinião sobre o minimalismo? E já agora, quem ainda se vai juntar a nós nestes 7 dias minimalistas de Outubro?

 

Mi

 

P.S. vejam também o que é o slow living e como demos uma festa sustentável.

 

 

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